A justiça pode tardar, mas não esquece: homicídio de 2017 tem desfecho no Vale
Nove anos. Esse foi o tempo que a suspeita de um homicídio brutal em Caraguatatuba conseguiu se manter longe do alcance da Justiça. O crime, ocorrido em 2017 no bairro Perequê-Mirim, onde a vítima foi atacada a facadas e não resistiu aos ferimentos, parecia ter se tornado apenas mais um arquivo frio na história da segurança pública regional.
No entanto, o trabalho de investigação da Polícia Civil provou que o tempo nem sempre é o melhor aliado da impunidade. Nesta sexta-feira (14), agentes do DEIC de Taubaté localizaram e prenderam a mulher, que era alvo de um mandado de prisão preventiva expedido pela Vara Criminal de Caraguatatuba.
A prisão ocorreu no bairro Pouso Alto, em Natividade da Serra, encerrando uma busca que se estendia por quase uma década. Após a abordagem, a investigada foi encaminhada à sede do DEIC em Taubaté e, na sequência, transferida ao sistema prisional, onde agora permanece à disposição da Justiça.
Embora a identidade dos envolvidos e a motivação exata do crime de 2017 permaneçam sob sigilo policial, o desfecho deste caso envia uma mensagem clara: em crimes de sangue, o rastreamento persiste até que a ordem judicial seja cumprida.
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